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quinta-feira, 2 de março de 2017

Falsas promessas do governador Flávio Dino repercutem nacionalmente


O descontentamento está a cada dia mais evidente. Durante o carnaval, circulou, nas redes sociais, um vídeo no qual um grupo de professores ironizou a propaganda enganosa do governador. Flávio Dino insiste em dizer que o Maranhão ocupa o segundo lugar no quesito salários de professores. A categoria desmente com veemência.

Dino finge que desconhece a diferença entre salários e gratificações. Os valores pagos pelo Governo do Maranhão aos professores do ensino básico inclui Gratificação de Atividade de Magistério (GAM) vantagem concedida ainda no governo Roseana Sarney. Mas, a dissimulação de Dino não convence a categoria. Isso tem motivado enérgicas cobranças e críticas contundentes.

Defesa dos professores

Fervoroso opositor do governo Dino o deputado Hildo Rocha, por diversas vezes, subiu à tribuna da Câmara Federal para defender os professores da rede pública estadual e denunciar o descumprimento da Lei 11.738/2008 que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. “Por mais irônico que possa parecer, trata-se de lei aprovada na legislatura em que Dino exercia o mandato de deputado federal. O então deputado Flávio Dino foi um dos que mais defendeu a aprovação dessa lei”, destacou Hildo Rocha.

Repercussão nacional

Na semana que antecedeu o carnaval, Hildo Rocha voltou a repercutir a distância entre o discurso e prática que tem caracterizado o governo de Flávio Dino.   “Flávio Dino se elegeu prometendo valorizar os servidores públicos. Mas, na prática tem sido diferente. O governador massacra os servidores públicos estaduais”, enfatizou o parlamentar.

Argumento fajuto
De acordo com Rocha, os dados oficiais do próprio governo estadual desmentem o governador. “Flávio Dino alega que não tem como conceder aumento, nem sequer o reajuste, em função da crise. Mas os números desmentem o governador. Em 2014 o governo do Maranhão gastava R$ 4 bilhões 740 milhões com folha de pagamento de pessoal (38,7% da receita corrente líquida). Em 2016 R         $ 6 bilhões 89 milhões (39.0% da receita corrente líquida). Acontece que, em 2014 a receita do estado que era de R$ 10 bilhões pulou para R$ 12 bilhões e 400 milhões, em 2016. Portanto, há uma margem de R$ 800 bilhões que o governador pode utilizar para conceder reajustes e aumentos para os professores e demais servidores púbicos estaduais”, esclareceu Hildo Rocha.

Privilégios aos comunistas

De acordo com Hildo Rocha, nos dois primeiros anos do governo Dino, a folha de pagamentos do Estado aumentou em 28%. Entretanto, destaca o parlamentar, isso não implica dizer que os servidores tiveram aumento ou reajustes. “Esse aumento decorre da nomeação de filiados ao PCdoB para ocuparem cargos comissionados na máquina estadual. Há dois anos os servidores do Estado do Maranhão não recebem nem o reajuste equivalente aos índices da inflação acumulada, que é de 17%”, declarou o parlamentar.


Segundo Hildo Rocha, o governador Flávio Dino pode sim fazer o reajuste dos salários dos professores em até 20%. “Governador Flávio Dino, cumpra a palavra que o senhor empenhou na companha. Valorize os servidores públicos do Estado do Maranhão”, enfatizou o deputado.

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